
Cinco mitos sobre a prótese de silicone!
CIRURGIA PLÁSTICA
Diariamente, tiro muitas dúvidas das pacientes sobre a colocação de próteses de silicone. A mamoplastia de aumento é uma das cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil e é super normal as pacientes terem inúmeras dúvidas sobre os tamanhos, os formatos, pós-operatório e sobre os mitos que se espalham sobre as próteses. Separei cinco deles para você:
Prótese de silicone impede a realização da mamografia.
MITO. As próteses de silicone não impedem mamografia (nem o autoexame das mamas), pois elas não recobrem as glândulas mamárias. Os radiologistas estão habituados a realizar e a analisar exames de mulheres com silicone. Há também manobras específicas e exames complementares para dirimir qualquer dúvida.
Tem limite de idade.
MITO. A prótese pode ser colocada após as mamas terem completado a formação e o crescimento, o que geralmente acontece por volta dos 16 anos. Mas, o procedimento cirúrgico só pode ser feito com autorização dos pais ou responsável legal. Para a idade máxima, não temos um limite, desde que a saúde da paciente possibilite uma cirurgia segura.
Se a idade é avançada, precisa de mastopexia.
MITO. A mastopexia, cirurgia que eleva e harmoniza as mamas caídas, pode ser realizada sem a implantação das próteses de silicone. Tudo vai depender da quantidade de tecido mamário e do grau de flacidez. Mulheres com mamas são pequenas e sem flacidez, por exemplo, podem receber apenas a prótese de silicone.
Preciso trocar a prótese obrigatoriamente após 10 anos.
MITO. Com a evolução dos materiais, o prazo de troca passou da média de 10 para cada 15 ou até 20 anos. A verdade é que não existe uma data correta, esse tempo é apenas uma estimativa. O que deve existir de fato é o ACOMPANHAMENTO.
Quanto maior a prótese, mais firmes as mamas vão ficar.
MITO. Próteses exageradamente grandes para o seu biotipo podem, inclusive, favorecer a queda e, posteriormente, prejudicar a sustentação das mamas. Seios firmes e elevados não são sinônimos de próteses grandes. Há vários fatores a serem avaliados para obter o resultado que você sonha: o tamanho dos seus seios atualmente, o grau de flacidez, o seu biotipo e o tipo de prótese, por exemplo.
Dr. Gerson Ritz, Especialista em Cirurgia Plástica e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica: CRM/SC 13067 e RQE 6325.