
Cirurgia Plástica, Estética ou Reparadora?
CIRURGIA PLÁSTICA
O que existe, na verdade, são pontos comuns a ambas as áreas. Por exemplo, uma mulher que tenha sua mama extirpada para o tratamento do câncer, terá através da reconstrução uma nova mama para tentar restabelecer sua imagem corporal do ponto de vista físico e psicológico.
Em cirurgias para retirada de tumores da pele, haverá um defeito resultante que deverá ser reconstruído para restabelecer o mais próximo possível a aparência anterior, nesse caso verificamos que além do tratamento do câncer existe a preocupação estética com o resultado.
O que pode ser puramente estético para alguns, visto por outro ângulo, torna-se reparador. O aumento do tamanho das mamas em certos casos pode restabelecer a autoestima e o convívio social, melhorando a relação com as pessoas e aumentando a produtividade no trabalho.
O Cirurgião Plástico precisa estar apto a captar problemas psicológicos que precisam ser resolvidos antes da cirurgia e saber reconhecer os problemas que podem e devem ser resolvidos com a Cirurgia Plástica. Ao paciente cabe escolher o profissional que tenha a formação necessária (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) e ter consciência dos limites do tratamento, para que não se alimentem expectativas irreais.
Em cirurgias para retirada de tumores da pele, haverá um defeito resultante que deverá ser reconstruído para restabelecer o mais próximo possível a aparência anterior, nesse caso verificamos que além do tratamento do câncer existe a preocupação estética com o resultado.
O que pode ser puramente estético para alguns, visto por outro ângulo, torna-se reparador. O aumento do tamanho das mamas em certos casos pode restabelecer a autoestima e o convívio social, melhorando a relação com as pessoas e aumentando a produtividade no trabalho.
O Cirurgião Plástico precisa estar apto a captar problemas psicológicos que precisam ser resolvidos antes da cirurgia e saber reconhecer os problemas que podem e devem ser resolvidos com a Cirurgia Plástica. Ao paciente cabe escolher o profissional que tenha a formação necessária (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) e ter consciência dos limites do tratamento, para que não se alimentem expectativas irreais.
